Quinta-feira, Maio 31, 2012

4ª sessão de curtas-metragens 31 de Maio

 


Segunda-feira, Maio 28, 2012

Passeios - Inaugura a 5 de Junho às 17 horas na Biblioteca Municipal de Portalegre

 


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Segunda-feira, Maio 14, 2012

 



Domingo, Maio 13, 2012

exposição/Ímdigo blue II (two)

 

 


 


Sábado, Maio 12, 2012

imagem.pássaros.voo

 

     


Sábado, Maio 05, 2012

sem título

 

Segunda-feira, Abril 30, 2012

Os tristes Vistes Vistes Tristes

 

O Tristes Vistes Vistes Tristes

E, Tão tristes, senhor, como sempre os vistes,
«A olhos vistos doando ver em o Atristeis-ser»,
Sou deles face, tão-somente, pouso da mente,
Coalescente Parábola do silêncio, com tristes,
Adentradamente...
Pois nela vão, Tantos outros dias por dentro,
Quanto haja de olhos a perderem-se de vista.
E Desce tanto pelo pôr-do-céu para sempre,
Que, se Tosse respira, e, se sonha, sonha-se
Rouxinolmente:
«De olho viste, dado ver, pôr-se Atristeis-ser»,
Contando tanto ser em seu tempo de não ser,
Que Tem previstos, como sempre o-viste-dizer,
«Se viestes Viste e vistes o ver de se viésseis
Por mais prover»,
Até se Pôr, olho sobre olho, breu sobre pupila,
Luto sombrio ao celestino nimbo de planícies,
Que se pressente, como se tão claro ouvísseis,
Dorme se respira, e se sonha sonha e sonha-se
Rouxinolmente:
«E d'Olho no Olho vistes o ver, o Atristeis-Ser»,
D'olho bem ávido, com tal malescência, a ver,
Que Tem preditos, como sempre mal ouvistes,
«Se viestes Viste e vistes o ver de se viésseis
Por mais prover»;
A Fundir o céu, rolando proveres Inamiráveis,
Como se sete divinos sábados, se soubessem
Coroando, cambaleantes, vórtices de Pétalas,
Como se Mil e um destinos girando, Girassem
Dervixealmente:
«Se houvésseis visto e de tão triste dissésseis:
«Se vísseis quão tristes, senhora, são por ver...
Veríeis, como sempre os vistes, quão atristeis
Vão meus, Tristonhos; qual rogo entristecido
Devoto d’Olhos seus.


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